Minha jornada na igreja universal começou a muitos anos quando eu ainda tinha apenas 3 meses de idade. Praticamente ja nasci na guerra. Cresci dormindo nos bancos de madeira da igreja durante as vigílias, assisti muitas aulas de obreiro porque meus pais não tinham com quem me deixar, era destaque na EBI, minha vida era pefeita e minha família servia ao Senhor assíduamente. Infelizmente, isso não impediu que 8 anos depois meus pais se desviassem da presença de Deus e me levassem junto para os caminhos tortuosos. Conheço histórias de obreiros que faziam trabalhos de libertação no cemitério nas sextas feiras á meia noite, que iam no inferno mesmo pra resgatar as almas e que hoje... estão na rua da amargura tentando reconstruir a vida.
Será que aqueles homens e mulheres de Deus tão abençoados foram abandonados por Deus? Há explicação para perder tanta unção? Porque não perseveraram? ... Um palpite?! O tempo. Se a pressa é a inimiga da perfeição, o tempo é o martírio do cristão. É fácil servir a Deus e vigiar hoje, amanhã mas nem sempre nos damos conta que nossa caminhada pode durar anos, décadas...Vem o cansaço, o desânimo, aquela louca vontade de parar um pouquinho para descansar. E é aqui, nesse tempinho em que não estamos vigiando que o diabo entra e distrói tudo. Ou você acha que o mal vai perder uma oportunidade de nos estraçalhar?!
Pela misericórdia de Deus meus pais conseguiram voltar, são obreiros novamente e eu não sou mais aquela criança bobinha de tempos atrás mas uma alma preciosa que o diabo faz de tudo para tragar dia após dia. Acho que depois do tempo o nosso maior defeito é esquecermos quem somos, não só diante de Deus mas diante Satanás. Quando entramos no salão com aquele uniforme Lúcifer nos vê como um inimigo perigoso e não como criaturas insignificantes como nossa auto estima nos faz parecer.
De tudo oque eu passei até hoje vai o meu conselho: não ouse brincar com o diabo pois geralmente é ele que ri no final.
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